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Filmes Selecionados

Filmes selecionados para a mostra competitiva

Curtas:

Trancar Não é Tratar | Renato Magalhães. Brasil/2017: 13'

O documentário busca retratar, a partir do exemplo do Serviço de Saúde Doutor Cândido Ferreira, como um tratamento consciente e humanizado pode fazer a diferença no atendimento à saúde mental.


Soccer Boys | Carlos Guilherme Vogel. Brasil/2018: 14'

Enquanto se preparam para disputar a Taça da Diversidade, os jogadores do Beescats Soccer Boys discutem questões importantes com relação à homossexualidade no futebol e a homofobia na sociedade contemporânea.O filme acompanha André e Douglas, dois jogadores do primeiro time de futebol gay do Rio de Janeiro, os quais expõem as mudanças em suas vidas a partir do momento em que ingressaram no time e refletem sobre a forma como isso afeta o contexto mais amplo da discriminação sexual no Brasil.


Diriti de Bdè Burè | Silvana Beline Tavares. Brasil/2018: 18’

Diriti de Bdè Burè é um documentário etnobiográfico que, relaciona o presente com o passado para criar e pensar o futuro, projetando luz sobre a vida de uma mulher mestra ceramista Karajá que, luta pela preservação de sua língua e o modo de fazer de seu povo. Mostra que a postura da indígena Diriti pelo fazer Ritchoko tem um capital social fundamental para o desenvolvimento da vida individual buscando sua própria subsistência econômica na medida em que esta postura também altera a própria coletividade ao transmitir saberes que mantém a cultura preservada. Assim, a feitura da boneca pode ser identificada como possibilidade de manutenção da cultura do povo Karajá juntamente com a subsistência das mulheres sempre numa lógica de busca de reconhecimento ao mesmo tempo em que prescinde da redistribuição.


Vidas Cinzas | Leonardo Martinelli. Brasil/2017: 15'

Um falso documentário sobre a atual crise social, política e econômica no Brasil, onde o governo corta as cores do Rio de Janeiro, deixando a cidade em preto e branco.


Nasa Yuwe, La Lengua Madre |Yaid Bolaños. Colômbia/2019: 6’

Yaid Bolaños, antropólogo indígena nasa y profesor de lengua propia, a sus 26 años busca narrar de forma experimental la importancia de conservar su lengua nativa -el nasa yuwe- en un complicado contexto social de ciudad, donde peligran las prácticas de sus usos y costumbres debido al choque cultural que representa sobrevivir en un mundo cada vez más moderno y globalizado. Sin embargo en este cortometraje documental él asegura que el nasa yuwe, siendo portadora de conocimientos, valores e identidad, determina la raíz y la cultura de pensar desde el corazón.


Quilombo Mata-cavalo |Jurandir Antônio Nunes Amaral. Brasil/2018: 16’

No Quilombo Mata Cavalo, quilombolas distribuídos em seis comunidades resistem para preservar seus traços culturais, manter a integração comunitária e conquistar a regularização das terras herdadas de seus ancestrais.


Boca de Fogo |Luciano Pérez Fernández. Brasil/2017: 9’

No Quilombo Mata Cavalo, quilombolas distribuídos em seis comunidades resistem para preservar seus traços culturais, manter a integração comunitária e conquistar a regularização das terras herdadas de seus ancestrais.


A Sússia | Lucrécia Dias. Brasil/2018: 17’

No Quilombo Mata Cavalo, quilombolas distribuídos em seis comunidades resistem para preservar seus traços culturais, manter a integração comunitária e conquistar a regularização das terras herdadas de seus ancestrais.


O Pescador de Memórias | Eliabe Crispim. Brasil/2018: 17’

No Quilombo Mata Cavalo, quilombolas distribuídos em seis comunidades resistem para preservar seus traços culturais, manter a integração comunitária e conquistar a regularização das terras herdadas de seus ancestrais.


À Cura do Rio | Mariana Fagundes. Brasil/2018: 18'

Um velho conhecido da etnia Krenak, o Watú - famoso Rio Doce - está doente. Através de um ritual xamânico, corpo e natureza se unem para um diálogo profético que enxerga a catástrofe, mas também a salvação do rio.

Médias:

Majur | Rafael Irineu. Brasil/2018: 20’

Conheça Majur. LGBTQ+, indígena e chefe de comunicação em uma aldeia no interior de Mato Grosso.


A Parteira | Catarina Doolan. Brasil/2018: 20'

Donana, parteira com mais de meio século de ofício, representa a resistência da tradição e humanização ao parto na região de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte. Dona de uma personalidade forte, compartilha de sua sabedoria, adquirida ao longo de anos como parteira, mãe, mãe de santo, madrinha, mulher. Assim como a chanana, flor que brota em meio ao concreto e subestima por sua frágil aparência, Donana nos ensina a permanecer firmes apesar das adversidades da vida.


Mucunã | Carol Correia. Brasil/2019: 20'

A subsistência, a existência e a resistência. A Arte. A Revolução. Nada se apaga. Tudo se paga. “Mucunã” foi vencedor do Prêmio Naíde Teodósio de Estudos de Gênero – Ano IX, na categoria Roteiro, promovido pela Secretaria da Mulher de Pernambuco, em 2016. O filme retrata a história das mulheres do Sítio Rodrigues, vilarejo situado próximo à cidade de Belo Jardim, agreste pernambucano. Neste povoado, todos descendem de uma índia, que ainda criança, foi capturada nas margens do Rio Ipojuca, levada para casa, “amansada” e obrigada a casar-se com seu algoz. Da indiazinha, as mulheres herdaram o exímio traquejo com o barro e através da sua arte subverteram a lógica devastadora do patriarcado, tornando-se provedoras do lar e revolucionando uma realidade de fome e violência.


La Flaca | Adriana Barbosa e Thiago Zanato. Brasil-USA-Mexico/2018: 20'

“La Flaca” é um filme sobre Arely Vázquez, uma mulher Mexicana transexual e líder do Culto à Santa Muerte (Santa Morte) em Queens, Nova York. Durante a celebração anual á Santa Muerte (“A Flaca” como Arely gosta de chamá-la), Arely enfrenta muitos desafios para cumprir uma promessa que fez há dez anos.


Fordlandia Malaise | Susana de Sousa Dias. Brasil-Portugal/2018: 41'

Filme sobre o presente e a memória de Fordlândia, uma company town fundada por Henry Ford na floresta amazónica em 1928, para escapar ao monopólio britânico da borracha. Dando voz aos habitantes que, rejeitando o rótulo de cidade-fantasma, reclamam o direito de escrever a sua própria história, Fordlandia Malaise combina imagens de arquivo, filmagens de drone, testemunhos, contos e narrativas, mitos e canções.


Saakhelu Kiwe kame, Ofrenda a la Madre Tierra | Mateo Leguizamón Russi. Colômbia/2018: 24’

The Saakhelu Kiwe Kame é um ritual do povo indígenas Nasa, da Colômbia, que trata da revitalização da mãe terra no contexto do aquecimento global e da Colômbia pós-conflito.


Florações Jurema | Nayra Albuquerque. Brasil/2018: 40'

Por meio das doutrinas cantadas por dona Filomena, mãe de santo da casa de terreiro Oxóssi cabocla Jurema, o filme Florações Jurema traça caminhos narrativos cuja oralidade, o afeto e a não-linearidade da memória são os guias fílmicos, e o encontro entre cineasta, Cabocla Jurema, planta sagrada, mãe de santo, ancestralidade e resistência são o registro do acontecimento ainda atual da mesma resistência ancestral afroindígena.


Os Castros Vêm Tocar: Fé e festa para São Benedito em Almeirim |Luciana Carvalho. Brasil/2019: 34'

Festas de santo, em geral, são celebrações bastante comuns na Amazônia, que mobilizam emoções, tradições e trocas rituais de alto valor para seus participantes. Em Almeirim/PA, tais experiências são propiciadas anualmente, de 20 a 30 de junho, pela centenária festa de São Benedito, também chamada festa do gambá, em alusão à musicalidade que nela ressoa. O gambá, expressão mista de música e dança, se baseia no toque ritualístico de três tambores feitos de madeira e pele de animal, acompanhados por outros instrumentos de percussão como raspadores e milheiros. “Os Castros vêm tocar” apresenta a festividade, seu ciclo ritual, o toque e a dança do gambá que há, pelo menos, quatro gerações são transmitidos e preservados por uma família negra oriunda do rio Paru. Com apoio de amigos e parentes, os Castro mantêm o grupo de foliões e dançarinos responsáveis pela execução dos ritos orais e musicais da festa de São Benedito em Almeirim.


A Grande Ceia Quilombola | Ana Stella Cunha e Rodrigo Sena. Brasil: 52’

No Quilombo de Damásio, terra doada por um senhor de engenho a três de suas escravas, o alimento tem sido secularmente cultivado e extraído da natureza de forma parcimoniosa, fazendo parte de uma estrutura social que privilegia o grupo. O documentário retrata parte destes saberes, tendo a comida um papel fundamental na coesão do grupo.

Longas:

Marcadores | Roderick Steel. Brasil/2017: 57’

O documentário expandido Marcadores; relaciona a experiência sagrada com diferentes registros em mídias móveis entre. A telefonia celular esta redinamizando esta religião milenar- Candomblé. O filme segue os múltiplos trajetos das fotografias tiradas com celulares por pessoas presentes nas festas de candomblé de Oxum & Oxumarê no terreiro Ilê Olá Omin Axé Opo Araká durante 15 anos.


Bostofrio, où le ciel rejoint la terre | Paulo Carneiro. Portugal/2018: 70’

Numa aldeia remota em Portugal, um jovem cineasta quebra a lei do silêncio para desenterrar a história dos seus avós.


Casa das Minas - Nunes Pereira | Jose Sette de Barros. Brasil/2019: 60'

Quando peguei o livro “A Casa das Minas” seu autor Manoel Nunes Pereira me disse: “- Leia Sette, aqui está o começo da história oculta do Brasil! Aqui eu nasci, aqui eu cresci, vamos começar por aqui”. Li o livro e, em 1976, rodamos a primeira parte do filme, guiado pelo velho morubixaba, em um terreiro, Mina Jeje de Dona Zuleide Amorim, no Rio de Janeiro. Filmei a segunda parte em São Luiz do Maranhão na Casa das Minas. Pontuando o documentário chamei o músico e estudioso da cultura afro, Délcio Teobaldo, e finalizamos o filme


Eu Não Sou Napoleão! | Rogério Faria Jr. Brasil/2018: 72'

Um retrato atual e bem humorado dos internos, semi-internos, equipe médica e funcionários do hospital psiquiátrico Pedro II no bairro do Engenho de Dentro (Rio de Janeiro). O documentário aborda a jornada intima de seus pacientes e mostra o desenrolar de seus destinos diante de um mundo pautado por incertezas e preconceitos.


Fabiana | Brunna Laboissière. Brasil/2018: 89'

Fabiana, mulher trans, viveu como uma nômade caminhoneira por todo o Brasil durante mais de trinta nos. Porém, a aposentadoria se aproxima e ela deverá deixar para trás suas aventuras na estrada.