Júri Oficial

José da Silva Ribeiro

Licenciado (graduado) em Filosofia pela Universidade do Porto (1976), graduação em Cine Vídeo pela Escola Superior Artística do Porto (1989), mestre em Comunicação Educacional Multimedia pela Universidade Aberta de Portugal (1993) e doutorado em Ciências Sociais - Antropologia pela Universidade Aberta de Portugal (1998). Foi professor da Universidade Aberta de Portugal. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Visual, atuando principalmente nos seguintes temas: antropologia visual, antropologia digital, cinema, métodos de investigação em antropologia, interculturalidade e cultura afro-atlântica. Tem realizado trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Brasil, Argentina e Cuba. Coordena a Rede Internacional de Cooperação Científica Imagens da Cultura / Cultura das Imagens. Professor visitante da Universidade Mackenzie (Educação, Arte e História da Cultura), da UECE, da UCDJB, da Universidade de Múrcia - Espanha (ERASMUS) e da Universidade de Savoie - França, Universidade de S. Paulo. Coordena o Grupo de Investigação antropologia visual /media e mediações culturais - CEMRI: Universidade Aberta. Atualmente professor visitante da UFG - Faculdade de Artes Visuais.


Françoise Biernaux

Nasceu na Bélgica em 1953. Depois de estudos clássicos, ela se voltou, num primeiro momento, para a prática do desenho com modelos, da pintura, da gravura. Sempre à procura de novas linguagens, orientou-se, depois, com a fotografia e o vídeo. Atualmente se dedica nas instalações videográficas incluindo a imagem, obviamente, mas cada vez mais o som. Suas frequentes estadias no Brasil a conduziram a considerar sua prática artística em um contexto mais amplo: ela está cada vez mais interessada na arte indígena que reveste uma dimensão ao mesmo tempo mística, social e enraizada no cotidiano de cada um. O engajamento artístico lhe parece hoje uma via privilegiada, capaz de fazer recuar os limites do possível, as barreiras sociais, as fronteiras.

Entre seus trabalhos recentes, devemos citar Profanação (2013), Fragmentação (2014), Fragmentos (2015, no Vímeo), Murmúrios rasgados (2016, no Vímeo), Quando perdeu todas suas forças, o camarão se esconde nas raízes do murici (2017).


Etienne Samain

Nasceu e se formou em Teologia na Bélgica. No Brasil desde 1973, tornou-se antropólogo e fotógrafo, convivendo com as comunidades Kamayurá (Alto Xingu, MT) e Urubu-Ka´apor (Maranhão). Interessou-se de modo amplo pelas imagens, daquelas presentes nas narrativas míticas às que são produzidas pelas novas tecnologias. Enquanto se esforçava para fazer da Antropologia uma ciência não só de palavras, acabou por aproximá-la da comunicação visual e da arte. É professor titular aposentado do Instituto de Artes da UNICAMP. Entre outros trabalhos, publicou o livro Moroneta Kamayurá (1991), organizou O Fotográfico (2005) e Como pensam as imagens (2012). Gosta de lembrar parodiando Gregory Bateson, um dos seus mestres: “Devemos deixar os dados da existência trabalharem nossas ideias, e não nossas ideias trabalharem os dados da vida”.


Ana Lobato

Professora do Curso de Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-graduação em Artes da UFPA. Atua nas áreas de ensino, pesquisa e produção audiovisual. Publicou artigos e capítulos de livro sobre cinema, entre os quais “Da exibição dos filmes da Comissão Rondon” (Doc On-line, n. 18), “Líbero Luxardo e a produção de cinejornais no Pará nas décadas de 1940 e 1950”. (Significação, v. 42, n. 44). Atualmente desenvolve pesquisa acerca da espacialidade no cinema contemporâneo. Dirigiu os filmes: Acalmia (2010), Rosalina (2014) e Umbral (2017). É coordenadora do Toró – Festival Audiovisual Universitário de Belém, realizado desde 2015, atualmente em sua terceira edição. 


Carlos Eduardo Viana

Carlos Eduardo Viana (n. 1953) fez estudos em Cinema e Vídeo na Escola Superior Artística do Porto e possui uma licenciatura em ensino (Língua Portuguesa e História e Geografia de Portugal). Bolseiro do governo francês frequentou nos Ateliers VARAN, em Paris, dois estágios de cinema direto (iniciação, 1982, e especialização, 1986). Fundou e coordenou a Oficina de Cinema e Audiovisuais do Centro Cultural do Alto Minho (1981 a 1994) e foi sócio fundador, em 1994, da AO NORTE – Associação de Produção e Animação Audiovisual, ONGD de que é dirigente. Coordena, desde 2001, os Encontros de Cinema de Viana, desde 2002 as atividades pedagógicas desenvolvidas pela AO NORTE na área do cinema e dos audiovisuais, desde 2009 o portal na Internet Lugar do Real e, desde 2014, FILMES DO HOMEM-Festival Internacional de Documentário de Melgaço. É professor de Português e História e Geografia de Portugal e documentarista. Seus filmes mais recentes são: Bordado de Viana (2012), Águas em Conta (2012), S. João D'arga (2012), Argaço (2012), Desafios (2013), Ouro de Lei, histórias do ouro popular português (2013).


Selda Costa

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1967), mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1987) e doutorado em Ciências Sociais (Antropologia) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997). Atualmente é professora adjunto da Universidade Federal do Amazonas, do Programa de Pós-Graduação Sociedade e Cultura na Amazônia e do PPG de Sociologia; é Coordenadora do Núcleo de Antropologia Visual-NAVI/UFAM; Coordenadora da Mostra Etnodoc em Manaus (2009). Coordenadora geral das quatro edições anteriores da Mostra Amazônica do Filme Etnográfico. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Cultura Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: Amazônia, Pensamento social, cinema, arte e antropologia.


Luzia Miranda

Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Pará (1977), mestra em Planejamento do Desenvolvimento pelo NAEA/ Universidade Federal do Pará (1990) e doutora em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (2004). Jornalista, exerceu a crítica de cinema de 1972 a 2015, além de articulista de temas sobre política (de 2009-2015) no Jornal "O Liberal", das Organizações Rômulo Maiorana. É Professora Associado 3 da Universidade Federal do Pará. Fez parte da diretoria da Associação Brasileira de Ciência Política-ABCP (2008-2012). Foi coordenadora da REDOR-Rede Feminista de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher e Gênero - N/NE, coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas Eneida de Moraes sobre Mulher e Relações de Gênero-GEPEM/UFPA, desde 1994. É membro da diretoria da Associação de Críticos de Cinema do Pará -ACCPA e associada da mesma desde 1978. Tem se dedicado à coordenação de estudos e seminários sobre a cultura do feminismo e a militância acadêmica sobre temas do empoderamento feminino.


Renato Athias

Graduado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1975), Mestrado em Etnologia em 1982 e Doutorado em 1995, Universidade de Paris X, (Nanterre). Atua como coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE) da UFPE é Professor Associado II do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE. É também professor do Master Interuniversitário de Antropologia Iberoamericana da Universidade de Salamanca, na Espanha. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena, atuando nas seguintes temáticas: saúde indígena, antropologia visual com projetos de pesquisas entre os índios de Pernambuco e no Alto Rio Negro Amazonas. É membro do Laboratório de Antropologia Visual do Núcleo Imagem e Som & Ciências Humanas da UFPE, É membro do Conselho Curador do Museu do Estado de Pernambuco. Foi coordenador nacional do GT Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA). Atuou como Diretor da Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais (ANPOCS e atualmente é o vice coordenador da Comissão de Museus e Patrimônio Cultural da União Internacional das Ciências Antropológicas e Etnológicas (IUAES) e é Coordenador geral do Festival Internacional do Filme Etnográfico de Recife.


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